A IMPORTÂNCIA DO COMPROMETIMENTO
O profissional compromissado é muito valorizado nas organizações, até quando o seu desempenho geral não é tão positivo.

Já mencionamos diversas vezes a importância do comprometimento como um grande diferencial para a segurança da carreira. A entrega “além do dever” costuma ser muito bem vista pelas chefias. A pessoa dedicada aloca todo o tempo necessário à empresa, incluindo noites, finais de semana e feriados. Isso demonstra um zelo de proprietário pelos negócios e dá segurança e conforto aos superiores. Colaboradores assim são pessoas com as quais se pode contar, em qualquer situação. Por isso, o grau de compromisso pode determinar quem fica ou quem sai num cenário de corte de despesas, ou quem será promovido, numa perspectiva de crescimento.

Algumas vezes, o chefe pode até ver no colaborador uma espécie de alter ego, o “seu outro eu”, pois ele mostra a capacidade de entender profundamente o seu modo de pensar e de agir, atuando no dia a dia de modo plenamente confiável. Em determinadas áreas, o colaborador pode até suprir deficiências do próprio chefe, quando domina o assunto melhor do que ele.

A dedicação à causa, o “vestir a camisa”, são, assim, posturas que costumam ser bastante recompensadas.

O comprometimento só não é bom se levado a extremos. Daí, passa a ter os riscos típicos de situações desbalanceadas, em que outras dimensões da vida podem sofrer por estarem em segundo plano. Ou, ainda, quando o profissional exacerba os limites da sua autoridade, provocando resistência nos seus colegas e tornando-se um fator de desagregação.

Mais uma vez, o equilíbrio é fundamental.


Um abraço a todos,


Murayama e Maciel

 

Um abraço a todos,

Paulo Murayama Rose Maciel

 

 

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